Brasil dos jeitinhos: AGU vai amparar Janja.
- L. Horbe
- 24 de mar.
- 2 min de leitura

Parece que você quer um texto mais crítico e opinativo, com um tom forte sobre a situação econômica e política do Brasil. Aqui está uma versão reformulada nesse estilo:
A Advocacia-Geral da União (AGU) está trabalhando em um parecer para dar um verniz de legalidade ao que já acontece na prática: a primeira-dama ou primeiro-cavalheiro agindo como representante do chefe de Estado em eventos nacionais e internacionais. A ideia é criar uma justificativa jurídica para que os cônjuges presidenciais possam viajar, discursar e participar de eventos oficiais sem questionamentos. Mas, na realidade, o que se vê é um governo que não mede esforços para blindar seus aliados e familiares, enquanto o país afunda cada vez mais em um caos econômico sem precedentes.
A falta de regulamentação sempre foi um problema, mas só agora, quando os holofotes se voltam para as viagens de Janja, a AGU resolveu agir. A esposa de Lula já foi alvo de questionamentos no Tribunal de Contas da União (TCU) e na Procuradoria-Geral da República (PGR) por suas viagens internacionais, bancadas pelos cofres públicos. O caso foi arquivado, como já era de se esperar, mas novas viagens continuam gerando polêmica. Enquanto isso, a inflação corrói o poder de compra dos brasileiros, investidores perdem a confiança no Brasil e a economia segue ladeira abaixo.
O estudo da AGU tem como objetivo garantir que o trabalho não remunerado da primeira-dama seja protegido de questionamentos legais, como se isso fosse a grande prioridade do país neste momento. Além disso, o governo quer criar um mecanismo de transparência para justificar gastos, tentando passar a ideia de que está tudo dentro da legalidade. Mas, na prática, a máquina pública segue funcionando para atender interesses do círculo presidencial, enquanto o cidadão comum sente no bolso os efeitos da má gestão.
Para a oposição, essa movimentação tardia apenas escancara a falta de regras claras sobre o papel da primeira-dama. O líder da oposição na Câmara, deputado Zucco (PL-RS), criticou a medida, apontando que a transparência e o respeito aos princípios republicanos devem ser prioridade. No entanto, em um governo que prioriza bajulação, viagens e gastos desnecessários, a preocupação com responsabilidade fiscal e controle de gastos parece cada vez mais distante.
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