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Remédios 5.06% mais caro.

O Brasil segue à deriva: governo autoriza novo aumento no preço dos medicamentos

Em mais um golpe contra a população já sufocada pelo alto custo de vida, o governo federal deu carta branca para que os preços dos medicamentos subam até 5,06% a partir desta segunda-feira (31). A decisão, publicada no Diário Oficial da União, foi tomada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), um órgão interministerial que, ao invés de proteger os cidadãos, parece trabalhar para garantir os lucros da indústria farmacêutica.

O reajuste acompanha a inflação oficial do IPCA dos últimos 12 meses, mas a realidade do povo é bem diferente: salários defasados, desemprego e um sistema de saúde em colapso. O aumento será aplicado em três faixas, dependendo da classe terapêutica do medicamento, e chega ao seu ápice nos remédios de nível 1, com um reajuste de 5,06%. Enquanto isso, os medicamentos de nível 2 e 3 subirão 3,83% e 2,60%, respectivamente.

O mais alarmante é que esse aumento ocorre anualmente, sem qualquer esforço do governo para conter os abusos ou oferecer alternativas para a população que já tem dificuldades para comprar remédios básicos. No ano passado, o reajuste foi de 4,5%, e agora cresce ainda mais, em um ciclo de aumentos sem fim que empurra milhões de brasileiros para a impossibilidade de tratamento.

As farmacêuticas, por sua vez, apenas precisam divulgar seus novos preços em mídias especializadas e respeitar os valores publicados no Portal da Anvisa. Mas quem fiscaliza o impacto real disso para quem precisa de um medicamento essencial e não pode pagar?

Enquanto o povo sofre, o governo assiste de camarote ao descontrole dos preços, lavando as mãos e deixando o mercado ditar as regras. A saúde da população deveria ser prioridade, mas parece que os interesses econômicos sempre falam mais alto. O Brasil segue o caminho do caos, e a população, como sempre, paga a conta.

 
 
 

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